Sua pele depois da gestação pode se regenerar.
O Método SaraEstrias trata cada estria individualmente, respeitando o tipo e a profundidade de cada uma — sem pigmentos, sem camuflagem, estimulando a produção natural de colágeno da sua própria pele.
Falar com a JaciaraVocê não está sozinha nessa
Você olhou no espelho e não reconheceu sua pele. Evitou a foto, adiou o biquíni, escolheu a roupa que cobre. Não é vaidade — é a sua relação com o próprio corpo, e ela merece cuidado.
O Método SaraEstrias
Protocolo próprio de microagulhamento, desenvolvido ao longo dos atendimentos e hoje também ensinado a outras profissionais.
Cada estria, individualmente
A profundidade de trabalho muda conforme o tipo e a profundidade de cada marca. Nada é tratado no automático.
Sem pigmento, sem camuflagem
Nada é aplicado para disfarçar a cor. O que você vê no resultado é a sua própria pele reconstruída.
Colágeno da sua própria pele
O estímulo aciona o processo natural de reparo do corpo, gerando cicatrização organizada e textura uniforme.
Qual é o seu tipo de estria?
Estria não é uma coisa só. Tipos diferentes estão em profundidades diferentes e respondem de formas diferentes — e é por isso que o tratamento precisa ser individualizado.
Estrias rubrasas vermelhas
São as mais recentes, ainda avermelhadas ou arroxeadas. A pele acabou de se romper e o corpo ainda está reagindo ali.
É o melhor momento para tratar. Como a área ainda tem circulação ativa, a resposta ao estímulo de colágeno costuma ser a mais rápida.
Estrias albasas brancas
São as antigas, já esbranquiçadas e sem brilho. A pele naquele ponto ficou mais fina e perdeu colágeno.
Sim, tem tratamento. Exige mais sessões e profundidade de trabalho maior que as vermelhas, mas responde — é justamente aqui que o tratamento individualizado faz diferença.
Estrias nigrasas escurecidas
Aparecem em tons acastanhados, mais comuns em peles negras e morenas. A pele produziu pigmento a mais na região da lesão.
Peles negras e morenas exigem cuidado específico com profundidade e com o pós-procedimento para não gerar mancha. É um cuidado que faz parte do protocolo desde o início.
Estrias atróficasas afundadas
Ficam abaixo do nível da pele, formando um pequeno sulco que dá para sentir com o toque.
São as mais desafiadoras, porque houve perda real de tecido. O trabalho é de preenchimento gradual com colágeno novo, e a expectativa precisa ser conversada caso a caso.
Estrias hipertróficasas elevadas
Ficam acima do nível da pele, com relevo. O corpo produziu tecido em excesso na cicatrização.
Aqui o objetivo é reorganizar o tecido para uniformizar a textura, e não estimular mais produção. O protocolo muda em relação aos outros tipos.
Quem cuida de você
Sou Jaciara Rodrigues, biomédica esteta especializada em regeneração de pele. Criei o Método SaraEstrias atendendo mulheres que chegaram até mim achando que não havia mais o que fazer — e hoje também formo outras profissionais no protocolo.
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Vamos conversar sobre a sua pele?
Me conta o que te incomoda. A partir daí a gente entende juntas qual é o seu tipo de estria e o que dá para fazer.
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